quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Fragmentando a dicotomia

Laerte anda louco? Ou são? Não sei, tenho conversado muito sobre o assunto, Claudio Mor e eu, noite dessas, por exemplo. Ele é um gênio, diz Claudio. Eu fico olhando, de rabo de olho. Ele deu uma entrevista para Folha e tenho que concordar com Claudio: Larte é um gênio.

"O problema é a vida submetida a essa ditadura dos gêneros, a esses tabus que não podem ser quebrados. É você sentir que sua liberdade está sendo tolhida, que as possibilidades infinitas que você tem de expressão na vida, ao sair, ao se vestir, ao se manifestar, ao tratar as pessoas, seu modo, seu gestual, sua fala, tudo isso é cerceado e limitado por códigos muito fortes e muito restritos."
Laerte

Em outras palavras: dizem como você deve ser e você é.

E, não tem como não dar sublinhado nesta frase: "O Angeli é um exemplo de que uma pessoa pode ser completamente hétero e legal."
Fantástico.

5 comentários:

Rober Pinheiro disse...

Gênio, louco ou apenas excêntrico.

Em todos os casos, não dá pra negar sua importante contribuição à nossa pobre rica arte.

Abraço.

Tiago Araújo disse...

Ele é louco, por isso sua excentricidade é genial.

Bitocas Mr. Brights!

Tiago Araújo disse...

E num que o Laerte ficou a cara de uma tia minha? Bunitinho!

Claudio Brites disse...

Rober, meu lindo, acho que gênio-louco-excêntrico são algo assim inseparáveis, rs...
Tiazinha simpática, eu tomaria um café com ela.

Laura Fuentes disse...

Precisa é ser muito macho prá ser um Laerte. Adoraria tomar um café (e outras coisas) com ele montado.