quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Pronto

E as coisas andam. Agora estou trabalhando na Terracota Editora. Ser editor não é nada fáci, ao menos no trato do escritor estão seus miolos imaginários e que a satisfação se oriente para o fantasioso de suas idéias, agora a coisa complicada é essa de lidar com a carne e com os ossos. De artista! Eu achei, de verdade, que ia me divertir mais. (Mas me disseram que o problema é que eu ainda não tenho secretária). (Que infame!).

As verdades sejam tecladas e acho que falta ser proclamado aos ventos que lemos o que queremos, mas só escrevemos o que pudemos. (Ainda vou tatuar isso). E é nobre aceitar as limitações do trato com a palavra e estar disposto ao aprendizado. Se não o Ego fica maior que a cara e nessa perde-se o foco que... Qual era mesmo? A arte! O contar uma boa história. Isso se perde e o pior de saber que o ouro é de tolo é continuar acreditando nele. Deixem disso! Não levem a literatura tão a sério, mas também não achem que tudo é literatura e que você é o incompreendido. Aprendam que ela é uma puta safada e que não é fácil de lidar. Assim como qualquer arte. 

Ah, claro, no trato não esqueçam como falar. A diferença entre uma crítica e um deboche está na estúpidez da infinidade de formas mesquinhas que se pode dizer algo. Ouvidos burros não são piores que línguas idiotas. Já diria o gordão: caminho do meio, caminho do meio.

Deixemos de divagações. A oficina que venho tomando bordoadas atualmente, do Nelson de Oliveira, infelizmente acaba semana que vem, com a ilustre visita de João Silvério Trevisan, apareçam, dia 31, Das Bruxas, às 19h na Oficina da Palavra.

E me desculpo, venho escrevendo pouco aqui porque as palavras tem ido para outros espaços em branco. E conheçam o site da editora. E participem. E freqüentem as oficinas, inscrições aqui.

E é isso. Beijos.

2 comentários:

gui disse...

A Literatura, essa meretriz vulgarzona, é uma puta puta gostosa.
Vai ser boa lá em casa.

Abração.

Claudio Brites disse...

é aquela coisa, quem desdenha quer comer.