Boom, boom, boom! Destravei, onlainiei. Por falta de conexão agora sou Dial-up, Adsl, 3G, extra-corpóreo. Batizando o mundo com a possibilidade eu venho dizer que não me arrependo de ter sumido. Foi bom, carregar, retornar ao cu do que importa. E voltar, e não voltar. Com o inimigo compreendido, mas não vencido, porque sem uma boa briga as coisas perdem a cor, mas não briga de soco, o soco acaba no contato com a pele, não, a peleja se dá nas idéias, nos sentimentos que nascem dentro da gente e Boom, boom! Porque o carro que vai bater em você já bateu, a sua doença terminal já aconteceu, seu feliz final já se repetiu infinitas vezes nos ouvidos do mundo, no eco das coisas que acontecem o tempo todo ao mesmo tempo. Então pare de choramingar, é pra se borrar, se borre, mas não fique aí reclamando, ou reclame, mas com seriedade, com verdade, com coragem de mudar. Eu sei, sou santo de casa, o mestrado não está acabado, mas não está esquecido, a conta tem que ser paga, os quilos perdidos, os amigos visitados, a calha instalada, tudo isso será, está nas cartas. E tudo pode acontecer, mesmo já tendo acontecido, porque naquela bifurcação sempre tem uma roda da fortuna de ponta cabeça. E é nela que você tem que se segurar e ver onde vai dar, mesmo já tendo dado e se não entender, medite, sentado, em pé, limpando o vidro da sala. Medite e deixe o rio correr por dentro de você, vire água. Saudades, meu caros, saudade de tocar a pele de vocês, de beijar os rostos, de sentir o cheiro de fumaça dos carros. Estou por aqui, mesmo assim, meio acostumado com o off, ainda, mas estou. Gritem, não esperem, quem sabe nos lambemos dia desses. Benvindos ao ano do começo, do recomeço, da retomada, da invenção. Boom, boom, kaboom!
MAKTUB!
ResponderExcluirRetornar ao cu do que importa é o que realmente importa. Vejo você no coquetel do Portal Fahrenheit, na biblioteca Viriato Corrêa? Em respeito à magnífica obra de Ray Bradbury, no final do evento vamos tacar fogo nos livros. Será o primeiro coquetel (molotov) da FC brasileira.
ResponderExcluirKizzy, está lá.
ResponderExcluirNelson, meu caro, eu levo a vodka!