
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
1° Lançamento

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
OFF
Muita areia nos meus olhos. Até pensei em aparecer por lá e oferecer uns trocados para o pagamento da fatura do mês, mas vai que ele se constrange e me constrange na hora da questão: como você sabe?
E nessa tenho que usar o tempo de almoço para devorar a necessidade de downloads e posts. Colocar em dia os Assuntos e não me sentir só. É o vício.
Tudo tem seu lado bom. É o que dizem. E eu comecei a colocar algumas leituras em dia. E num caldo misturei três livros que ainda não fizeram digestão, não pela má qualidade dos temperos, mas pela força do sabor. Confuso, não sei se sairá por baixo ou por fora. As obras são: Contemporâneos de Beatriz Resende, O Enigma Vazio de Affonso Romano de Santanna e O Filho Eterno de Claudio Tezza.
O premiado livro de Tezza serve como exemplo das teorias levantadas pela Professora Beatriz, que, aliás, não responde meus emails, e pelo crítico Affonso, que não só responde como me convidou para uma palestra sua, aqui em São Paulo, onde reencontrei o Edson Cruz, do Cronópios, com quem divide alguns abismos. É um diálogo vivo, cheio de cores, que mostra como a tragédia e o vazio pode se tornar produtos e valer muito, muito, muito. O livro é bom, não é surpreendente, mas é bom e conversa determinantemente com o espírito de sua época.
Leiam, leiam.
Desliguem o MSN, Orkut e leiam os três ao som das chuvas que vêm caindo sobre a cidade e sintam o sabor interessante que proporcionam. Três livros, sumo da contemporaneidade.
De fazer rir e chorar, como é próprio da arte. Seja sucesso de critica, de público...
T+
sábado, 6 de dezembro de 2008
F(ui) C(riticado)
Quarta foi um papo com Paulo Lins, escritor de Cidade de Deus, no b_arco. Que papo! Ele fez mestrado em lingüística. Eu tenho chances! Tenho! Amém! Espero. Ele é beleza, pena que na mesa o povo fica colocando política, tristeza e esquece da beleza que é a coisa da produção. Tirando a pergunta das subordinadas e coordenadas, do Carlos. Sabe? Subordinadas para dar idéia de prolongado, idéias que se arrastam, a falta de pressa dos anos 60. As coordenadas compõe as possibilidades do ritmo da cocaína.
As oficinas da Labmind acabaram. Prometo atualizar o site, o mais breve, mas vamos respirar.
Hoje foi a oficina do Roberto Causo, uma enciclopédia! Santo Deus. Quantas idéias, quanta coisa. Daria um curso de um ano e ainda teria assunto. Pena que não gostou do meu conto de Ficção Científica, mas é bom que assim seja, sem preferência para a busca da excelência. (mais rima, blerq!)
Falando de Ficção Científica, ontem foi o lançamento, na PUC, da revista Portal Neuromancer, organizada por Nelson de Oliveira, com contos de FC de autores novos e tarimbados. Entre eles o Roberto Causo, o próprio Nelson e o Tiago “Bode” Araújo (que mandou muito bem no lançamento, colocando a literatura em foco, como deve ser!).
Para saber mais, leia o Marcelo Maluf ou o Bruno Cobbi, que estiveram lá até o fim. (Neném chorou, sabe como é...)
Bem, é isso. Começando a novela e amanhã tem RPG. Afinal, mereço afiar a mente no ócio.
Saudade de tudo. Do que não sei.
T+